quarta-feira, 30 de outubro de 2024
Raça Alienígena de Insetos | Insectóides
Alienigenas Dominam Nosso Planeta Reptilianos
Os reptilianos, também chamados de saurianos ou draconianos, são comumente descritos como grandes seres semelhantes a dinossauros, com altura entre 5 a 7 metros e peso de até 2.500 kg. São bípedes, possuem pele escamosa, olhos grandes com pupilas verticais e características físicas que lembram civilizações antigas. Considerados avançados em tecnologia, acredita-se que foram criados há muito tempo, antes mesmo da existência do planeta Terra, por seres de um mundo desconhecido.
Existem dois tipos principais de draconianos:
- Os gigantes da real, que têm entre 5 a 7 metros de altura, pele nas cores verde e marrom, e possuem asas. Há ainda uma variação desses que são albinos.
- Os menores, com cerca de 2,5 metros de altura, que formam uma classe de guerreiros bem treinados, de coloração marrom e esverdeada, e sem asas.
Diz-se que eles foram a primeira raça a habitar o nosso sistema solar, com uma tecnologia avançada e realizando diversas experiências em seres vivos, inclusive criando várias espécies de extraterrestres.
O interesse dos reptilianos na humanidade remonta a milhares de anos. Muitas civilizações ancestrais relatam seres com aspectos de répteis que, supostamente, interagiam com os humanos. Essas criaturas desempenham um papel proeminente na ufologia e nas teorias extraterrestres. Em narrativas de abdução alienígena, há relatos de contato com esses seres reptilianos. Um dos primeiros registros documentados ocorreu em Nebraska, nos Estados Unidos, onde a agente de saúde Herbertina, nascida em 1995, afirmou ter sido levada a bordo de uma nave em 1937 por seres de aparência reptiliana, que usavam um uniforme com símbolo de serpente no lado esquerdo.
Acredita-se que esses reptilianos estejam agora escondidos na Terra em bases subterrâneas. Algumas pessoas que estudam essa raça acreditam que os reptilianos são uma espécie que evoluiu na própria Terra. Depois de um tempo, teriam deixado o planeta ao dominar as viagens intergalácticas e, milhões de anos depois, retornaram, escondendo-se e misturando-se entre nós, possivelmente até se reproduzindo com seres humanos e alterando nosso DNA.
Uma grande dúvida sobre essa espécie é o que eles realmente desejam. Uma teoria sugere que talvez precisem do nosso ouro para estabilizar a atmosfera de seu próprio planeta. Alguns teóricos dizem que nossa sociedade é controlada por reptilianos humanóides. Embora essa teoria pareça uma conspiração improvável, milhões de pessoas ao redor do mundo acreditam que seja verdadeira e que realmente exista uma conspiração organizada pelos reptilianos contra os humanos.
É importante ressaltar que essas informações são baseadas em relatos de pessoas, estudos e testemunhos, mas ainda não há provas concretas que possam validar essas teorias. Mesmo assim, é uma teoria fascinante sobre como algumas pessoas veem o funcionamento do mundo.
Sobre a origem dos reptilianos, existem duas versões:
- Uma, já mencionada, sugere que eles evoluíram aqui na Terra, dominaram as viagens intergalácticas e, milhões de anos depois, voltaram para continuar sua dominação no planeta.
- Outra versão acredita que eles deixaram seu planeta nativo, localizado na constelação de Draco, e vieram para a Terra há milhares de anos. Em seguida, decidiram ou foram forçados a se disfarçarem e se esconderem entre nós.
Algumas teorias afirmam que eles habitam nosso cérebro, sendo o "cérebro reptiliano" a parte mais antiga que controla o comportamento humano. Acredita-se que, há 4.800 anos a.C., cruzamentos entre reptilianos e humanos ocorreram nas montanhas da Turquia, dando origem a civilizações como a Suméria e Babilônia.
Segundo os teóricos, existem duas espécies de reptilianos: os de sangue puro e os mestiços. Esses híbridos humano-reptilianos já foram considerados semideuses e conquistaram o poder nas antigas civilizações da Suméria, Babilônia e Mesopotâmia. A constelação de Draco e sua estrela principal, Thuban, são vistas como um local de origem dos reptilianos. Uma outra raça de reptilianos supostamente atua na Terra, na Lua e em Marte.
Além disso, existe o alinhamento da Grande Pirâmide do Egito com a constelação de Draco. A estrela Polar e outras constelações, como a Ursa Maior e a Ursa Menor, orientavam navegantes da época de Cabral e Colombo. Thuban, ou Alpha Draconis, foi uma estrela polar do quarto ao segundo milênio antes de Cristo e é historicamente significativa no contexto das crenças relacionadas aos reptilianos.
sábado, 26 de outubro de 2024
Os Intraterrenos
Vamos falar agora dos reinos e cidades intraterrenas. Com o passar dos anos, a Teoria da Terra Oca foi adotada e estudada conforme as descobertas de cada época e a visão de mundo de quem a estudasse. Segundo o conhecimento oculto, existem no seio da Terra três reinos internos denominados Ágata, Badagas e Watch, com várias cidades interligadas entre si nesses reinos subterrâneos. Essas cidades são conectadas por túneis por onde circulam veículos velozes, parecidos com metrôs, que atravessam todo o globo interno.
Existem também outros veículos, chamados “Ordens,” que saem para a superfície da Terra por aberturas em montanhas e principalmente nas calotas polares. Esses reinos estão situados em profundidades variadas abaixo da crosta terrestre e são mencionados por vários autores, como Francis Bacon, Tomás Moro, Tomás Campanella e James. No livro “São Tomé das Letras,” Luiz Noronha fala desse mundo subterrâneo e do contato com alguns de seus habitantes que caminham entre nós. Helena Petrovna Blavatsky, a grande filósofa russa, refere-se a Shambala como a capital ou centro do mundo. O explorador polonês Ferdinand Ossendowski menciona o reino de Ágata como sendo habitado por milhões de indivíduos governados por um soberano rígido. Em seu livro "Bestas, Homens e Deuses," ele mostra que o povo oriental, especialmente os hindus, tibetanos, mongóis e chineses, comentam que em determinados momentos toda a natureza se cala na superfície para louvar o rei do mundo em suas manifestações no plano físico.
No final do século 19, o Marquês Saint-Yves d'Alveydre viajou pela Índia e arredores e ouviu relatos semelhantes, que acabaram registrados em sua obra “Missão na Índia.” As cidades intraterrenas são artificialmente iluminadas e têm uma atmosfera controlada, mais pura do que a da superfície. As aglomerações urbanas estão estruturadas em vários níveis, e os moradores se movem entre as cidades subterrâneas por meio de veículos de alta velocidade, atingindo cerca de 3.000 km por hora, além de levitar e flutuar.
O almirante norte-americano Richard Byrd, em 1957, relatou que em uma de suas expedições esteve no interior da Terra por mais de 20 dias. Segundo descreve em seu diário, mantido em segredo até sua morte, ele foi impedido pelo governo de seu país de revelar tudo que viu e sabia sobre as várias cidades que compõem esses três reinos do mundo intraterreno. De acordo com documentos secretos, as mais poderosas são Shambala, Posid, Telos, e outras mais. Telos, situada sob o Monte Shasta, na Califórnia, Estados Unidos, é uma das mais importantes, com cerca de um milhão e meio de habitantes remanescentes da Lemúria. Seu nome significa “comunicação com o espírito,” e sua população é vegetariana há mais de 12 mil anos. Em Telos, não existem doenças nem violência; ao contrário da população da superfície, não há dinheiro, e todas as necessidades básicas são supridas, evitando desigualdades sociais.
A longevidade é uma característica desta civilização avançada, onde os indivíduos vivem por séculos devido à sua condição genética, embora não sejam imortais. Shambala é outra cidade superimportante, localizada na região entre o Himalaia e o deserto de Gobi, na Ásia, sendo a capital do reino de Ágata. A cidade foi construída para ser sagrada e abrigar seres de luz com a missão de ajudar os seres humanos a resgatar seu potencial cósmico. Os habitantes se comunicam através da telepatia, e a cidade é protegida, sendo quase impossível de ser encontrada. Posid, com um milhão e trezentos mil habitantes, remanescentes da Atlântida, está localizada sob as planícies de Mato Grosso, no Brasil. Outra cidade no Brasil é Leto, situada na Serra do Roncador, também no Mato Grosso, além de outras sob o grande continente sul-americano.
Em outro ponto do mundo, na Cordilheira do Himalaia, está situada a cidade de Shoncher, com três milhões e meio de habitantes, um refúgio da cultura de uma raça ancestral. Outra cidade na Ásia é Xinguá, na fronteira da Mongólia com a China, com população de um milhão e meio de habitantes. Acredita-se que muitos desses seres intraterrenos estejam atualmente na superfície do planeta para ajudar a humanidade a evoluir em vários níveis, promovendo a fusão dos mundos interno e externo para uma sociedade mais perfeita, sem guerras, violência ou injustiças sociais, com mais respeito pela natureza e pelos animais.
Os intraterrenos, muitas vezes, são confundidos com extraterrestres, mas eles têm tecnologias e características que os adaptam melhor para viverem no subsolo. Alguns desses seres humanos, em um passado distante, migraram da superfície para o interior da Terra, onde evoluíram. São fisicamente parecidos com nós, mas com uma vibração energética e uma tecnologia avançada. Existem até seres aquáticos que vivem no fundo do mar e são conhecidos por sua habilidade de ficarem até 8 horas sem respirar.
Em geral, os intraterrenos usam uma linguagem cósmica universal, entendida por todos em sua própria língua. Eles se alimentam pouco, controlam seus metabolismos através da mente e ingerem apenas a água mais leve e pura. Em momentos raros, podem ser vistos em florestas e abordam algumas pessoas. São também os “guardiões da natureza,” que assustam aqueles que a prejudicam, manifestando-se em forma de luz ou fantasmas.
Além disso, algumas raças intraterrenas têm estaturas entre 1,5 e 4 metros e possuem um sol central, mais sutil que o nosso. Eles raramente saem à superfície devido à luminosidade intensa e têm bases subterrâneas em outros planetas. Os intraterrenos mantêm uma tecnologia de terceira dimensão, mas interagem com a quarta dimensão, o que facilita a convivência conosco.
Eles acreditam que a Terra é oca e possui um sol central, acessível pelos polos Norte e Sul. Estima-se que a crosta terrestre tenha 800 milhas de espessura, com uma cavidade interna habitada por civilizações humanas mais avançadas do que as da superfície. As auroras polares seriam reflexos desse sol central, que ilumina o interior da Terra, onde a cidade principal é Shambala, considerada a capital da rede de cidades intraterrenas chamada Ágata.
Os habitantes da cidade de Telos, logo abaixo do Monte Shasta, vieram da Lemúria há mais de 12 mil anos. Lá, os habitantes têm entre 2 e 3 metros de altura e vivem mais de 800 anos. A maior parte dos discos voadores avistados em nossa atmosfera vem desse mundo interno, onde a evolução espiritual e tecnológica é superior à da superfície.
Os habitantes do mundo intraterreno possuem uma tecnologia extremamente avançada e uma evolução espiritual que lhes permite viver em harmonia, sem doenças, violência ou desigualdades. Suas cidades são interligadas e formam uma rede estruturada que se estende por toda a Terra. Em suas sociedades, o dinheiro é desnecessário, pois todas as necessidades básicas de cada cidadão são garantidas. Além disso, as cidades intraterrenas possuem um sistema de iluminação artificial que imita a luz do dia, com uma atmosfera controlada que é mais pura e equilibrada do que a da superfície.
A comunicação entre os habitantes intraterrenos e os seres da superfície, segundo algumas teorias, ocorre principalmente através da telepatia. Esses seres mantêm um propósito de auxiliar a humanidade no desenvolvimento de consciência cósmica e na reconexão com o potencial espiritual que, acreditam, está adormecido na maioria dos seres humanos. Eles valorizam o bem-estar coletivo e vivem em sociedade com um alto grau de cooperação, sem a competição que predomina na superfície. Além disso, seres de elevada evolução energética, como os intraterrenos de Shambala e Telos, buscam evitar conflitos e ensinar valores de paz, respeito e responsabilidade ambiental.
Alguns estudiosos especulam que os intraterrenos são também os responsáveis pela manutenção de certos fenômenos naturais e energias da Terra. Acredita-se que sejam os guardiões de uma “rede energética planetária,” composta por pontos de energia (ou “vórtices”) espalhados ao redor do planeta, que estariam localizados em áreas sagradas ou com alta atividade magnética, como o Triângulo das Bermudas, as Pirâmides de Gizé e a própria região do Himalaia. Esses pontos energéticos serviriam como portais de acesso entre o mundo intraterreno e a superfície.
O contato físico com os intraterrenos é considerado raro, pois eles preferem observar e atuar de maneira sutil para evitar interferências diretas no modo de vida da superfície. No entanto, relatos de contato visual, principalmente em regiões montanhosas e em cavernas, têm sido registrados ao longo dos séculos. Existem teorias de que, em momentos críticos para o planeta, os intraterrenos possam emergir para colaborar na transição para uma nova era de paz e prosperidade.
A crença no mundo intraterreno e na teoria da Terra Oca também levanta hipóteses sobre a origem de muitos avistamentos de OVNIs, que, para alguns, não seriam de origem extraterrestre, mas sim intraterrena. De acordo com essa teoria, os veículos avistados por muitas pessoas ao redor do mundo poderiam estar saindo do interior da Terra por meio de portais e aberturas localizadas nos polos e em áreas montanhosas, movimentando-se por tecnologia antigravitacional. Esses “discos voadores” teriam sido desenvolvidos pelas civilizações avançadas do mundo intraterreno para viagens rápidas e discretas, tanto dentro quanto fora da Terra.
Para os entusiastas da teoria da Terra Oca, o objetivo dos intraterrenos vai além de manter suas próprias civilizações em segurança; eles estariam comprometidos em preservar o equilíbrio do planeta e contribuir para a evolução da consciência humana.
quinta-feira, 24 de outubro de 2024
A Verdade Sobre os Alienígenas Greys
Existem na literatura ufológica mundial várias entidades alienígenas mencionadas por incontáveis testemunhas em inúmeros casos de experiências já estudadas por ufólogos ao redor do mundo há décadas. Devido a isso, pesquisadores e cientistas do fenômeno UFO criaram diversas classes de seres extraterrestres que vêm nos visitando há milênios.
Os Greys são supostos seres extraterrestres humanoides que recebem esse nome em função da cor de sua pele. Em torno de metade de todos os relatos de avistamentos, principalmente nos Estados Unidos, esses seres são descritos como extraterrestres. A origem dos Greys é comumente associada ao caso Roswell e também à reivindicação do sequestro do casal de americanos Betty e Barney Hill, em 1961, que foi levado por esses seres ao interior de sua nave espacial para conversar. Também denominados "Roswell Greys", esses seres são estudados no ramo da ufologia e exobiologia, mas nunca foram capturados ou avistados oficialmente.
Além disso, a coleta de informações sobre tais seres provém das mais variadas fontes, incluindo ufólogos, abduzidos, contatados, informantes, hipnotizados, médiuns, psicofonia e psicografia, dentre tantas outras. Segundo a ufologia, os Greys são seres extraterrestres que possuem como características principais estruturas variadas, algo em torno de um metro e trinta a um metro e meio de altura, quando nos referimos aos Greys baixos, que são os responsáveis pela maioria dos relatos de abduções, e de dois metros a dois metros e meio de altura, em se tratando dos Greys altos, sendo estes os que supervisionam as abduções. Nos dois casos, as cores de suas peles variam entre acinzentadas e amendoada, com olhos grandes e negros, boca fina e narinas mínimas. Seus corpos são desproporcionalmente pequenos e raquíticos em relação ao tamanho da cabeça, e suas mãos, semelhantes a garras, têm três ou quatro dedos.
Os Greys seriam oriundos do sistema solar Zeta Reticuli 1 e 2, ambas estrelas localizadas na constelação Reticulum, onde está o planeta Serpo, da civilização dos Ein. Os Greys são comumente descritos por pessoas ao redor do mundo em casos de abduções como seres frios que realizam testes nas pessoas abduzidas, como coleta de material biológico, sangue, sêmen, muco ou até mesmo experiências sexuais. Eles também coletam minérios, plantas e animais de nosso planeta, possivelmente para fins de estudos e experiências.
Oficialmente, a ciência não reconhece a existência desses seres, nem os governos mundiais, uma vez que a ciência tende a encarar as afirmações da ufologia com absoluto ceticismo. Evidências de que tal espécie esteja atuando na Terra, além dos avistamentos, são os inúmeros casos de abduções de humanos e as mutilações de gado.
Quando se fala sobre vida inteligente fora da Terra, existe uma grande divergência de opiniões. Há quem entenda que é impossível haver vida inteligente fora do nosso planeta; outros acreditam que pode existir, mas que tal vida não poderia chegar até aqui devido às grandes distâncias dentro do universo. Por fim, há aqueles que acreditam que eles existem e que podem, sim, chegar até o nosso planeta com suas naves. Casos ao redor do mundo sobre as aparições desses seres são geralmente refutados pela ciência, que os equipara a seres mitológicos, existentes apenas no imaginário das pessoas. Entretanto, pessoas de todo o mundo descrevem experiências similares, e muitas necessitam até mesmo de ajuda psicológica para superar o trauma descrito no hipotético contato com os referidos seres.
Assim como as demais supostas raças extraterrestres, os Greys são tidos por alguns grupos cristãos como espíritos angélicos, os chamados anjos decaídos, agrupados no mesmo grupo dos aliens "Greys". Na realidade, segundo esses grupos cristãos, seriam espíritos reais, travestidos da natureza mitológica dos Greys, comprometidos com a disseminação da doutrinação esotérica ligada à Nova Era, com elementos doutrinários antagônicos aos ensinamentos de Jesus Cristo apresentados nos quatro evangelhos do Novo Testamento. Sua aparência real e seu verdadeiro objetivo final seriam completamente opostos ao que é largamente difundido na ufologia científica e esotérica, que pode envolver canalizações, psicografias e até mesmo incorporações com as próprias entidades.
O objetivo dos Greys seria mesclar sua genética com a nossa para produzirem corpos melhorados para si próprios. Em casos onde a vítima seja uma mulher, ela seria fecundada com a semente Grey e, após alguns meses de gestação (não mais do que quatro meses), o feto é retirado pelos ETs, e a gravidez cessa subitamente. Há supostos casos em que a mulher é levada a conhecer o híbrido que ela ajudou a gerar. Casos semelhantes também envolvem homens, que são instigados a manter relações sexuais com mulheres alienígenas. Tudo isso deixa implícito o programa de hibridização Grey, como mencionado anteriormente, no qual buscam misturar nosso DNA com o deles. O objetivo seria desenvolver corpos mais aperfeiçoados para si, capazes de se reproduzir e de sentir emoções e sensações, características que, aparentemente, perderam há muito tempo.
Zeta Reticuli 1 e 2 são representações estelares de onde se acredita que os Greys se originam, localizadas na constelação Reticulum. Foi o local descrito por Betty Hill, sob hipnose, após seu famoso sequestro em 1961, juntamente com seu marido Barney Hill. Essa descrição foi posteriormente investigada e modelada por computador, apresentando um mapa estelar com grande semelhança ao mapa gerado pela própria Betty Hill.
Esses mapas estelares, criados a partir das descrições de Betty Hill, foram objetos de estudo por anos e ajudaram a reforçar a teoria de que os Greys seriam originários da constelação Reticulum. O desenho original, feito por Betty sob indução hipnótica, foi analisado por diversos estudiosos e comparado com mapas estelares reais, culminando na identificação de Zeta Reticuli como o possível local de origem desses seres.
O caso Betty e Barney Hill tornou-se um marco nos estudos ufológicos por ser um dos primeiros relatos amplamente documentados de abdução por extraterrestres. A precisão dos detalhes fornecidos pelo casal durante as sessões de hipnose e o fato de ambos relatarem eventos semelhantes, sem grandes divergências, deu credibilidade ao evento, ainda que a comunidade científica continue a tratar esses relatos com ceticismo.
Esse episódio não só deu origem à associação entre os Greys e o caso Roswell, mas também contribuiu para o aumento do interesse mundial por relatos de abduções e contatos extraterrestres. Com o passar dos anos, a figura dos Greys se consolidou como uma das mais reconhecíveis dentro da cultura popular e ufológica. Filmes, séries de televisão, livros e até quadrinhos exploraram a imagem desses seres como os principais representantes das inteligências alienígenas que supostamente visitam a Terra.
Além do interesse acadêmico e esotérico, os Greys são também alvo de inúmeras teorias da conspiração. Algumas dessas teorias sugerem que governos, especialmente o dos Estados Unidos, possuem conhecimento e, em alguns casos, acordos secretos com esses seres. Tais teorias frequentemente citam instalações militares altamente sigilosas, como a famosa Área 51, como locais onde pesquisas com tecnologia extraterrestre seriam conduzidas. A hipótese de que os Greys estariam realizando experimentos genéticos com humanos e colaborando com governos para fins obscuros se tornou um pilar de muitas dessas especulações conspiratórias.
Um aspecto importante dentro dessas teorias é o suposto "programa de hibridização". De acordo com os relatos e especulações que envolvem esse programa, os Greys estariam tentando criar uma raça híbrida entre humanos e extraterrestres, combinando as características físicas e biológicas das duas espécies. Alguns abduzidos relatam encontros com híbridos, seres que teriam aparência parcialmente humana e parcialmente Grey, sendo descritos como extremamente inteligentes, porém emocionalmente distantes.
O objetivo final dessa hibridização varia conforme as interpretações: alguns acreditam que os Greys estariam buscando garantir a própria sobrevivência, visto que, segundo algumas teorias, sua espécie estaria em processo de degeneração genética; outros defendem que a intenção seria criar uma nova espécie capaz de coexistir na Terra ou até mesmo substituir os humanos. Seja como for, o tema levanta muitas questões éticas e filosóficas sobre os limites da ciência e as implicações de contatos com civilizações extraterrestres.
Por fim, é importante notar que a maioria das alegações sobre os Greys e suas atividades permanece dentro do campo da especulação. A ciência, como mencionado anteriormente, encara esses relatos com ceticismo e falta de evidências concretas. No entanto, o fascínio humano por esses seres persiste, alimentado por novos relatos, teorias e supostos avistamentos que continuam a surgir ao redor do mundo.
Independente de se acreditar ou não na existência dos Greys, o impacto cultural e psicológico desses seres é inegável. Eles representam o desconhecido, o que está além da compreensão humana, e o desejo de explorar os mistérios do universo. Quer estejam entre nós ou apenas em nossas imaginações, os Greys continuam a ser uma das figuras mais intrigantes e controversas dentro do estudo da ufologia.
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