Vamos falar agora dos reinos e cidades intraterrenas. Com o passar dos anos, a Teoria da Terra Oca foi adotada e estudada conforme as descobertas de cada época e a visão de mundo de quem a estudasse. Segundo o conhecimento oculto, existem no seio da Terra três reinos internos denominados Ágata, Badagas e Watch, com várias cidades interligadas entre si nesses reinos subterrâneos. Essas cidades são conectadas por túneis por onde circulam veículos velozes, parecidos com metrôs, que atravessam todo o globo interno.
Existem também outros veículos, chamados “Ordens,” que saem para a superfície da Terra por aberturas em montanhas e principalmente nas calotas polares. Esses reinos estão situados em profundidades variadas abaixo da crosta terrestre e são mencionados por vários autores, como Francis Bacon, Tomás Moro, Tomás Campanella e James. No livro “São Tomé das Letras,” Luiz Noronha fala desse mundo subterrâneo e do contato com alguns de seus habitantes que caminham entre nós. Helena Petrovna Blavatsky, a grande filósofa russa, refere-se a Shambala como a capital ou centro do mundo. O explorador polonês Ferdinand Ossendowski menciona o reino de Ágata como sendo habitado por milhões de indivíduos governados por um soberano rígido. Em seu livro "Bestas, Homens e Deuses," ele mostra que o povo oriental, especialmente os hindus, tibetanos, mongóis e chineses, comentam que em determinados momentos toda a natureza se cala na superfície para louvar o rei do mundo em suas manifestações no plano físico.
No final do século 19, o Marquês Saint-Yves d'Alveydre viajou pela Índia e arredores e ouviu relatos semelhantes, que acabaram registrados em sua obra “Missão na Índia.” As cidades intraterrenas são artificialmente iluminadas e têm uma atmosfera controlada, mais pura do que a da superfície. As aglomerações urbanas estão estruturadas em vários níveis, e os moradores se movem entre as cidades subterrâneas por meio de veículos de alta velocidade, atingindo cerca de 3.000 km por hora, além de levitar e flutuar.
O almirante norte-americano Richard Byrd, em 1957, relatou que em uma de suas expedições esteve no interior da Terra por mais de 20 dias. Segundo descreve em seu diário, mantido em segredo até sua morte, ele foi impedido pelo governo de seu país de revelar tudo que viu e sabia sobre as várias cidades que compõem esses três reinos do mundo intraterreno. De acordo com documentos secretos, as mais poderosas são Shambala, Posid, Telos, e outras mais. Telos, situada sob o Monte Shasta, na Califórnia, Estados Unidos, é uma das mais importantes, com cerca de um milhão e meio de habitantes remanescentes da Lemúria. Seu nome significa “comunicação com o espírito,” e sua população é vegetariana há mais de 12 mil anos. Em Telos, não existem doenças nem violência; ao contrário da população da superfície, não há dinheiro, e todas as necessidades básicas são supridas, evitando desigualdades sociais.
A longevidade é uma característica desta civilização avançada, onde os indivíduos vivem por séculos devido à sua condição genética, embora não sejam imortais. Shambala é outra cidade superimportante, localizada na região entre o Himalaia e o deserto de Gobi, na Ásia, sendo a capital do reino de Ágata. A cidade foi construída para ser sagrada e abrigar seres de luz com a missão de ajudar os seres humanos a resgatar seu potencial cósmico. Os habitantes se comunicam através da telepatia, e a cidade é protegida, sendo quase impossível de ser encontrada. Posid, com um milhão e trezentos mil habitantes, remanescentes da Atlântida, está localizada sob as planícies de Mato Grosso, no Brasil. Outra cidade no Brasil é Leto, situada na Serra do Roncador, também no Mato Grosso, além de outras sob o grande continente sul-americano.
Em outro ponto do mundo, na Cordilheira do Himalaia, está situada a cidade de Shoncher, com três milhões e meio de habitantes, um refúgio da cultura de uma raça ancestral. Outra cidade na Ásia é Xinguá, na fronteira da Mongólia com a China, com população de um milhão e meio de habitantes. Acredita-se que muitos desses seres intraterrenos estejam atualmente na superfície do planeta para ajudar a humanidade a evoluir em vários níveis, promovendo a fusão dos mundos interno e externo para uma sociedade mais perfeita, sem guerras, violência ou injustiças sociais, com mais respeito pela natureza e pelos animais.
Os intraterrenos, muitas vezes, são confundidos com extraterrestres, mas eles têm tecnologias e características que os adaptam melhor para viverem no subsolo. Alguns desses seres humanos, em um passado distante, migraram da superfície para o interior da Terra, onde evoluíram. São fisicamente parecidos com nós, mas com uma vibração energética e uma tecnologia avançada. Existem até seres aquáticos que vivem no fundo do mar e são conhecidos por sua habilidade de ficarem até 8 horas sem respirar.
Em geral, os intraterrenos usam uma linguagem cósmica universal, entendida por todos em sua própria língua. Eles se alimentam pouco, controlam seus metabolismos através da mente e ingerem apenas a água mais leve e pura. Em momentos raros, podem ser vistos em florestas e abordam algumas pessoas. São também os “guardiões da natureza,” que assustam aqueles que a prejudicam, manifestando-se em forma de luz ou fantasmas.
Além disso, algumas raças intraterrenas têm estaturas entre 1,5 e 4 metros e possuem um sol central, mais sutil que o nosso. Eles raramente saem à superfície devido à luminosidade intensa e têm bases subterrâneas em outros planetas. Os intraterrenos mantêm uma tecnologia de terceira dimensão, mas interagem com a quarta dimensão, o que facilita a convivência conosco.
Eles acreditam que a Terra é oca e possui um sol central, acessível pelos polos Norte e Sul. Estima-se que a crosta terrestre tenha 800 milhas de espessura, com uma cavidade interna habitada por civilizações humanas mais avançadas do que as da superfície. As auroras polares seriam reflexos desse sol central, que ilumina o interior da Terra, onde a cidade principal é Shambala, considerada a capital da rede de cidades intraterrenas chamada Ágata.
Os habitantes da cidade de Telos, logo abaixo do Monte Shasta, vieram da Lemúria há mais de 12 mil anos. Lá, os habitantes têm entre 2 e 3 metros de altura e vivem mais de 800 anos. A maior parte dos discos voadores avistados em nossa atmosfera vem desse mundo interno, onde a evolução espiritual e tecnológica é superior à da superfície.
Os habitantes do mundo intraterreno possuem uma tecnologia extremamente avançada e uma evolução espiritual que lhes permite viver em harmonia, sem doenças, violência ou desigualdades. Suas cidades são interligadas e formam uma rede estruturada que se estende por toda a Terra. Em suas sociedades, o dinheiro é desnecessário, pois todas as necessidades básicas de cada cidadão são garantidas. Além disso, as cidades intraterrenas possuem um sistema de iluminação artificial que imita a luz do dia, com uma atmosfera controlada que é mais pura e equilibrada do que a da superfície.
A comunicação entre os habitantes intraterrenos e os seres da superfície, segundo algumas teorias, ocorre principalmente através da telepatia. Esses seres mantêm um propósito de auxiliar a humanidade no desenvolvimento de consciência cósmica e na reconexão com o potencial espiritual que, acreditam, está adormecido na maioria dos seres humanos. Eles valorizam o bem-estar coletivo e vivem em sociedade com um alto grau de cooperação, sem a competição que predomina na superfície. Além disso, seres de elevada evolução energética, como os intraterrenos de Shambala e Telos, buscam evitar conflitos e ensinar valores de paz, respeito e responsabilidade ambiental.
Alguns estudiosos especulam que os intraterrenos são também os responsáveis pela manutenção de certos fenômenos naturais e energias da Terra. Acredita-se que sejam os guardiões de uma “rede energética planetária,” composta por pontos de energia (ou “vórtices”) espalhados ao redor do planeta, que estariam localizados em áreas sagradas ou com alta atividade magnética, como o Triângulo das Bermudas, as Pirâmides de Gizé e a própria região do Himalaia. Esses pontos energéticos serviriam como portais de acesso entre o mundo intraterreno e a superfície.
O contato físico com os intraterrenos é considerado raro, pois eles preferem observar e atuar de maneira sutil para evitar interferências diretas no modo de vida da superfície. No entanto, relatos de contato visual, principalmente em regiões montanhosas e em cavernas, têm sido registrados ao longo dos séculos. Existem teorias de que, em momentos críticos para o planeta, os intraterrenos possam emergir para colaborar na transição para uma nova era de paz e prosperidade.
A crença no mundo intraterreno e na teoria da Terra Oca também levanta hipóteses sobre a origem de muitos avistamentos de OVNIs, que, para alguns, não seriam de origem extraterrestre, mas sim intraterrena. De acordo com essa teoria, os veículos avistados por muitas pessoas ao redor do mundo poderiam estar saindo do interior da Terra por meio de portais e aberturas localizadas nos polos e em áreas montanhosas, movimentando-se por tecnologia antigravitacional. Esses “discos voadores” teriam sido desenvolvidos pelas civilizações avançadas do mundo intraterreno para viagens rápidas e discretas, tanto dentro quanto fora da Terra.
Para os entusiastas da teoria da Terra Oca, o objetivo dos intraterrenos vai além de manter suas próprias civilizações em segurança; eles estariam comprometidos em preservar o equilíbrio do planeta e contribuir para a evolução da consciência humana.